segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Crise...

Na passada Quinta-feira (por sinal dia de aniversário de pessoa muito querida, hehe!!) fui a um seminário cujo tema era “Como sair mais forte da crise: O que Peter Drucker nos diria”.

Claro está que o tema, muito actual, se dirigia à crise financeira que se faz sentir. E não, não é da crise financeira que quero falar, mas, revendo as minhas notas, penso que podemos pensar e aplicar algumas questões sobre a nossa crise pessoal. Sim, porque todos temos crises pessoais, ora porque estamos com a auto-estima em baixo, ora porque a nossa carteira resolveu fazer greve, ora porque achamos que merecemos mais do mundo e de quem nos rodeia...

Assim, partilho as notas soltas que fui tirando e que, no meu entender, podem ser aplicadas quer a nível profissional quer pessoal.

Perguntas para as quais devemos ter uma resposta previamente preparada (as respostas devem ser dadas focando um tema):
- Como é que eu funciono?
- Quais são os meus valores?
- Onde pertenço?
- Quais são os meus pontos fortes?
- Que valor tenho eu para os outros?
- Como é que aprendo?
- Qual deve ser a minha contribuição?
- Onde, tal como sou, posso fazer a diferença?
- Como é que eu mantenho a chama viva?
- Se uma nova pessoa viesse ocupar o meu lugar o que faria de diferente?
- Estou a fazer hoje o que me garante o sucesso de amanhã?
- Se eu decidisse algo hoje, voltaria a fazer como no passado? Se não, como hei-de fazer agora?


Um pequeno auto-teste (t este do espelho)
Em frente ao espelho pergunte-se: que tipo de pessoa quero ver ao espelho no dia seguinte? Caminhe ao encontro da pessoa que quer ver sempre reflectida no espelho.

E como a única coisa que é constante na vida é a mudança, de forma a alterarmos algo da melhor maneira, ficam as reflexões que tomei nota:
- Numa crise quem sobrevive não são os maiores, são os mais flexíveis e adaptáveis;
- As crises, para além do risco que representam, são grandes oportunidades – instinto de sobrevivência;
- Abandonar o passado para construir o futuro;
- O único erro é não mudar;
- Os problemas de uns são as oportunidades de outros;
- “Não existe nada de tão complexo como uma coisa simples” – Oscar Wilde;
- O optimista é um pessimista bem sucedido;
- A coragem evidencia a inteligência, o caracter, o bom senso e faz as coisas acontecerem.

E por fim, devemos ter em mente que para algumas pessoas existem dois tipos de desgraça: os fracassos pessoais e o sucesso dos outros. Façamos desta forma a vida desse tipo de pessoas num inferno.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Calçada Portuguesa :(

Será que alguém já se deu conta que é uma tortura andar nas ruas de Lisboa de saltos altos?
Raios para a calçada (*?:(*/!!||) é menos perigoso andar à beira da estrada do que nos passeios.
As vezes que eu hoje já ia torcendo o pézinho de princesa.
Assim, não gosto. Não gosto não!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hoje é daqueles dias que se abro a torneira vai haver inundação na certa.
Deve ser cansaço ou sei lá, sinto um nó a sufocar e apetecia-me estar em lado nenhum...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Earth Song - Michael Jackson

Fantástico!!!!

Esperança



Acontece na vida termos rasgos de esperança de que certas coisas vão mudar. Que algo que sempre desejámos se vai concretizar. Visionamos, erradamente, alterações momentâneas de comportamentos, sentimos uma brisa de agitação no ar, mas depois chegamos à conclusão de que afinal está tudo na mesma e que dificilmente haverá, algum dia, uma transformação. E nós próprios deixamos de apostar na mudança e vamos também continuando a ser os mesmos. Não inovamos, não renovamos. E vamos aceitando a inércia do que não comutamos, do que não vivemos.
A questão é que hoje já não é ontem, e amanhã já não será hoje... e o tempo vai passando.
Até que ponto deixamos que a estagnação passe a um estado fétido de lassidão?
Até que ponto vamos tendo esperança na mudança?
Será exigência em demasia? Sonhos de grandeza? Esperança infundada?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Pouca terra, pouca terra...


E cá estou eu mais uma vez a caminho do Porto.

De comboio e a desfrutar do desenvolvimento da tecnologia. É uma maravilha.
Antigamente ora se lia um livrinho, ora se dormitava. Agora já não há motivos para dar tréguas ao stress. A maior parte destes passageiros vão a trabalhar (tal como eu coff, coff) nos seus offices portáteis… E não é só para o estilo, é que isto é realmente agradável e mantém-nos ligados ao mundo sem interrupções. E não é que a internet funciona o percurso todo??
Bem, a esta hora (13:28) há quem aproveite também para almoçar, o que faz empestar a carruagem com cheiros a lulas guisadas e a carne assada. Arrgghhhh. Vou um bocado para o enjoada. :-( São os tais inconvenientes dos transportes partilhados com alheios.
Pouca terra, pouca terra…


O fim-de-semana foi fantástico!!
Teve início no Parlamento, esganámos o gato, amputámos o porco, assaltámos o castelo e resgatámos as cores de Outono.
A companhia não podia ter sido melhor.
A caminhada prevista foi de quatro rodas e o armazenamento de calorias fez-se sentir, já para não falar da quantidade de néctares ingeridos.
Valeu cada minuto, cada gargalhada, cada momento.
Venham mais fins-de-semana destes. Muitos, muitos mesmo... Elevam o espírito e alegram a alma.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Here I go again

Arouca, Serra da Freita




Depois de uma semana um tanto ao quanto caótica e bastante preenchida (entre dor de dentes e consequente visita ao dentista, viagem de comboio(arghhh) ao Porto para fazer entrevistas de recrutamento, preparação do orçamento RH para 2010, e mais umas tantas coisitas...), heis que chega – nesta Sexta-feira 13 – mais um desejado fim-de-semana.
E este será atípico, pois no final do dia de trabalho, lá vou eu novamente visitar Arouca.
Espera-se um fim-de-semana de comezainas e beberetes (lá se vai a dieta), de caminhadas (para compensar), de reencontros e conhecimentos, e espero de boa disposição e divertimento.
Até lá, há quer ter um cadinho de paciência e ir riscando o maior número de To Do’s possível, fazer a mala, atestar o popó, ir buscar os doces (que fiquei de levar) à pastelaria, e acalmar o stress dos alheios.
Calma, muita calma!!!

Popota

Muito estilo, muita personalidade.
Adoro!!!!!

Sexta-feira 13!?!?!?! Mito?


«Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.

Além da justificativa cristã, antes disso existem duas outras versões que provêm da mitologia nórdica que explicam a superstição. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.

Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.»