domingo, 20 de dezembro de 2009

E o Inverno faz-se sentir à séria...
Além do frio, agora a chuvinha não dá tréguas.
Só apetece estar enroscada no quentinho e qualquer actividade torna-se torturante :(
Mais penoso é ver o fim-de-semana chegar ao fim a dar abertura à semana do Natal. E ainda faltam fazer tantas compras. Já tenho alguns presentes prontinhos a serem entregues, mas ainda tenho compras para fazer :(((((((((( por ironia um dos livros que estou a ler intitula-se "Louca por compras" (o livro é muito mais interessante que o filme). Mais ironico é que me revejo na maior parte dos pensamentos e actos da personagem.

e........... a melhor notícia bem quentinha: o BENFICA acaba de ganhar ao Porto. Parabéns Benfica!!!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Onde pára o Espírito de Natal?

Ao contrário dos anos anteriores, este ano não me apetece que seja Natal.

Não me apetece comprar presentes, não tenho nenhum embrulho debaixo da árvore de Natal, nem ando a fazer a contagem decrescente habitual para a grande noite.
Talvez o ano tenha passado muito depressa, talvez tivesse uma expectativa diferente para esta altura... Não sei! Mas não queria que fosse Natal...

E penso que este distanciamento à época festiva é geral. Não se sente o espirito festivo nas pessoas, não se vêm sorrisos nos rostos cansados, não cheira a Natal nas pastelarias, não se vêem as luzes a brilhar nas janelas das casas, não cheira a pinheiro, a lareira, a presentes nem a Natal.
Os enfeites de luzes das ruas são muito artificiais, o frio e a chuva que faz é somente a típica do Inverno...
Por tudo isto, e se calhar por mais alguma coisinha, não queria que fosse Natal!
Agradeço a quem me possa ajudar a mudar de sentimento e me faça "sentir" o Natal.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009



O calor de uma vela, uma chama de esperança,
uma palavra de força,
um pensamento positivo,
um sorriso de conforto,
um desejo de sucesso,
um olhar de esperança.
Palavras para quem amanhã me vai telefonar a dar boas notícias de realização de um grande objectivo.
Hoje a lua vai velar por alguém especial para amanhã brilhar com mais esplendor.
Suerte!!!

Uma mensagem a reter, sem dúvida...
Obrigada A.R.S.

Crise...

Na passada Quinta-feira (por sinal dia de aniversário de pessoa muito querida, hehe!!) fui a um seminário cujo tema era “Como sair mais forte da crise: O que Peter Drucker nos diria”.

Claro está que o tema, muito actual, se dirigia à crise financeira que se faz sentir. E não, não é da crise financeira que quero falar, mas, revendo as minhas notas, penso que podemos pensar e aplicar algumas questões sobre a nossa crise pessoal. Sim, porque todos temos crises pessoais, ora porque estamos com a auto-estima em baixo, ora porque a nossa carteira resolveu fazer greve, ora porque achamos que merecemos mais do mundo e de quem nos rodeia...

Assim, partilho as notas soltas que fui tirando e que, no meu entender, podem ser aplicadas quer a nível profissional quer pessoal.

Perguntas para as quais devemos ter uma resposta previamente preparada (as respostas devem ser dadas focando um tema):
- Como é que eu funciono?
- Quais são os meus valores?
- Onde pertenço?
- Quais são os meus pontos fortes?
- Que valor tenho eu para os outros?
- Como é que aprendo?
- Qual deve ser a minha contribuição?
- Onde, tal como sou, posso fazer a diferença?
- Como é que eu mantenho a chama viva?
- Se uma nova pessoa viesse ocupar o meu lugar o que faria de diferente?
- Estou a fazer hoje o que me garante o sucesso de amanhã?
- Se eu decidisse algo hoje, voltaria a fazer como no passado? Se não, como hei-de fazer agora?


Um pequeno auto-teste (t este do espelho)
Em frente ao espelho pergunte-se: que tipo de pessoa quero ver ao espelho no dia seguinte? Caminhe ao encontro da pessoa que quer ver sempre reflectida no espelho.

E como a única coisa que é constante na vida é a mudança, de forma a alterarmos algo da melhor maneira, ficam as reflexões que tomei nota:
- Numa crise quem sobrevive não são os maiores, são os mais flexíveis e adaptáveis;
- As crises, para além do risco que representam, são grandes oportunidades – instinto de sobrevivência;
- Abandonar o passado para construir o futuro;
- O único erro é não mudar;
- Os problemas de uns são as oportunidades de outros;
- “Não existe nada de tão complexo como uma coisa simples” – Oscar Wilde;
- O optimista é um pessimista bem sucedido;
- A coragem evidencia a inteligência, o caracter, o bom senso e faz as coisas acontecerem.

E por fim, devemos ter em mente que para algumas pessoas existem dois tipos de desgraça: os fracassos pessoais e o sucesso dos outros. Façamos desta forma a vida desse tipo de pessoas num inferno.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Calçada Portuguesa :(

Será que alguém já se deu conta que é uma tortura andar nas ruas de Lisboa de saltos altos?
Raios para a calçada (*?:(*/!!||) é menos perigoso andar à beira da estrada do que nos passeios.
As vezes que eu hoje já ia torcendo o pézinho de princesa.
Assim, não gosto. Não gosto não!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hoje é daqueles dias que se abro a torneira vai haver inundação na certa.
Deve ser cansaço ou sei lá, sinto um nó a sufocar e apetecia-me estar em lado nenhum...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Earth Song - Michael Jackson

Fantástico!!!!

Esperança



Acontece na vida termos rasgos de esperança de que certas coisas vão mudar. Que algo que sempre desejámos se vai concretizar. Visionamos, erradamente, alterações momentâneas de comportamentos, sentimos uma brisa de agitação no ar, mas depois chegamos à conclusão de que afinal está tudo na mesma e que dificilmente haverá, algum dia, uma transformação. E nós próprios deixamos de apostar na mudança e vamos também continuando a ser os mesmos. Não inovamos, não renovamos. E vamos aceitando a inércia do que não comutamos, do que não vivemos.
A questão é que hoje já não é ontem, e amanhã já não será hoje... e o tempo vai passando.
Até que ponto deixamos que a estagnação passe a um estado fétido de lassidão?
Até que ponto vamos tendo esperança na mudança?
Será exigência em demasia? Sonhos de grandeza? Esperança infundada?

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Pouca terra, pouca terra...


E cá estou eu mais uma vez a caminho do Porto.

De comboio e a desfrutar do desenvolvimento da tecnologia. É uma maravilha.
Antigamente ora se lia um livrinho, ora se dormitava. Agora já não há motivos para dar tréguas ao stress. A maior parte destes passageiros vão a trabalhar (tal como eu coff, coff) nos seus offices portáteis… E não é só para o estilo, é que isto é realmente agradável e mantém-nos ligados ao mundo sem interrupções. E não é que a internet funciona o percurso todo??
Bem, a esta hora (13:28) há quem aproveite também para almoçar, o que faz empestar a carruagem com cheiros a lulas guisadas e a carne assada. Arrgghhhh. Vou um bocado para o enjoada. :-( São os tais inconvenientes dos transportes partilhados com alheios.
Pouca terra, pouca terra…