No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:
- Acreditas na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mãe e ela cuidará de nós.
- Mãe? Acreditas na mãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela.
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
No Sábado, depois de uma manhã de praia (não fosse o vento e estava perfeito), fui ao cinema com o meu filho ver o 3º filme do Eclipse.
Entre vampiros, lobisomens e miúdos normais (ou não), gostei imenso do filme.
Pronto! 'Tá' dito. Gostei do filme.
Pena mesmo é que o cinema fique tão caro: bilhetes, pipocas da praxe e telemóvel (pois o R. perdeu o telemóvel)...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
E se um desconhecido lhe oferecer...
Não, não é Impulse, é mesmo uma instituição financeira a incentivá-lo ao consumo desenfreado.
E depois queixam-se do fenómeno do sobreendividamento, do consumismo, das faltas de pagamento, etc, etc, etc, que até já enjoa.
O problema é que há sempre quem caia na esparrela (até porque nunca se sabe se pode vir a dar jeito). Depois, o dinheiro fica ali tão disponível, os azares só acontecem aos outros, a vida é tão curta e deve ser vivida da melhor forma, que... um dia... pimba!! vamos lá perder a cabeça com uma compra antecipada. É só desta vez, não volta a acontecer. O t.a.n.a.s!!! Volta a acontecer sim... Tantas vezes até o plafond estar todo comidinho.
E depois? Só temos que agradecer à tal instituição pelas belas compras que fizemos com o dinheiro deles e pagar. Sim, pagar as compras e os juros e os comprimidos para as dores de cabeça.
E depois? Só temos que agradecer à tal instituição pelas belas compras que fizemos com o dinheiro deles e pagar. Sim, pagar as compras e os juros e os comprimidos para as dores de cabeça.
Coisas que me deixam mesmo Piúrsa!!! #1
Anúncios de jornal apelativos mas anónimos.
A malta já respondeu a tantos anúncios e já foi a tantas entrevistas sem sucesso que pensa que não tem nada a perder. Mentira: perde tempo, a paciência e dinheiro de transportes!!! Além de ficar à espera uma eternidade para ser entrevistado, a oferta é para vender casas (God, numa altura destas!!!) para a Remax (a letra pequena é propositada porque não quero dar publicidade a estes senhores)!!
Vendes casas recebes, não vendes, não recebes! Justo, pois claro...
O que não é justo é andarem a gozar com a malta.
Abram o jogo e sejam sinceros, vá lá!!!
Nota: Não foi comigo mas é como se tivesse sido.
A malta já respondeu a tantos anúncios e já foi a tantas entrevistas sem sucesso que pensa que não tem nada a perder. Mentira: perde tempo, a paciência e dinheiro de transportes!!! Além de ficar à espera uma eternidade para ser entrevistado, a oferta é para vender casas (God, numa altura destas!!!) para a Remax (a letra pequena é propositada porque não quero dar publicidade a estes senhores)!!
Vendes casas recebes, não vendes, não recebes! Justo, pois claro...
O que não é justo é andarem a gozar com a malta.
Abram o jogo e sejam sinceros, vá lá!!!
Nota: Não foi comigo mas é como se tivesse sido.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Cenário 1: Estou farta desta chuva. Prefiro quando está só frio, pelo menos podemos andar na rua sem estes chapéus e sem nos molharmos.
Cenário 2: Está um frio do “catatau”. É um dos piores anos. Ao menos quando chove a temperatura sobe.
Ninguém compreende este tempo.
E a nós? Quem é que nos compreende?
Cenário 2: Está um frio do “catatau”. É um dos piores anos. Ao menos quando chove a temperatura sobe.
Cenário 4: Isto nem parece Verão! Mas quando é que começa a fazer calor?
Cenário 5: Está um calorão que não se aguenta. Ao menos com o frio uma pessoa põe mais uma peça de roupa e a coisa melhora. É que nem corre um arzinho...
Ninguém compreende este tempo.
E a nós? Quem é que nos compreende?
Era uma vez uma corda comprida e robusta.
Apesar de ser uma corda bastante válida e vigorosa, as suas tarefas, na maior parte das vezes, não eram cumpridas com satisfação.
A corda sonhava ser um elástico e achava muito injusto que não a tratassem como tal. Tinha uma atitude tão soberba que nem se dava conta da forma arrogante como tratava os quem estavam à sua volta. No entanto era tratada com todo o respeito e era considerada como válida pelos seus pares.
Ora, pois houve um belo dia que a corda experimentou esticar-se. Esticou-se tanto, tanto que quase parecia um elástico no seu limite. A corda experimentou uma sensação única e não mais queria parar de se esticar.
Os outros avisaram-na do perigo que corria ao esticar-se tanto e não esconderam o seu desagrado por esta manifestação de vaidade.
A corda ignorou-os e continuou a esticar-se e a provar a sensação de nova confiança. Não se deu conta que pequenos e finos fios que constituíam a sua robustez se estavam a partir. Até que um dia, alheia de tudo e de todos, rebentou pelo meio. Ficou perplexa enquanto os outros a olhavam com abandono. Tentou, desesperada dar um nó nas pontas soltas, mas era tarde de mais. Já não servia os intentos para os quais era necessária.
E foi o fim da corda que sonhava ser um elástico...
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Os segredos fundamentais para uma Total Autoconfiança - Robert Anthony
Este livro prendeu-me a atenção pelas verdades que nele consta e que muitas vezes nos passam ao lado. Partilho o resumo:
“Muitas pessoas pensam que podem mudar as suas vidas através de mera força de vontade. Isto não é verdade. As opiniões negativas na imaginação fazem com que estas pessoas se autodestruam.”
“A maior parte dos nossos problemas nasce de expectativas que não se tornam realidade. Grande parte das nossas frustrações vêm de ideais errados que temos de como o mundo deveria ser, e o que pensamos que deveríamos ou poderíamos fazer ou ter.”
“…temos de desafiar tudo o que não está certo. Isto permitir-nos-á começar a construir a ponte entre o lugar onde nos encontramos agora e o lugar onde gostaríamos de estar, e entre o que somos agora e a pessoa em que gostaríamos de nos tornar.”
“A principal contrariedade que enfrentamos na conquista da autoconfiança é a certeza errada de que os outros são mais espertos, mais sábios ou mais inteligentes que nós. Isto faz com que olhemos para eles em busca da nossa felicidade e bem-estar. A pessoa que vive em função do outro, neste sentido, tem de procurar sempre um apoio externo. Ela quer que as pessoas, as circunstâncias, as condições ou Deus façam aquilo que deveria fazer por si.”
“Ninguém pode ferir os seus sentimentos ou fazê-lo sentir-se infeliz, sozinho, chateado ou ainda desiludido, se não depender dele para o seu bem-estar, inspiração, amor ou motivação.”
“Não podemos viver a vida das outras pessoas e carregar os seus fardos, por mais que as amemos.”
“Nunca deveríamos investir noutro ser humano o poder para configurar ou destruir as nossas vidas ou dominar as nossas iniciativas.”
“A comparação é um sinal de pobre auto-estima. A pessoa que se compara a outro vive rodeada pelo medo.”
“O que haverá de tão importante nos elogios que faz com que corramos atrás dele como moscas à volta de uma tigela de açúcar?”
“Se pretende ser totalmente livre e auto-confiante, jamais poderá ser apanhado na armadilha da pesca ao elogio. Quebrar este hábito destrutivo requer que pare de colocar as outras pessoas acima de si. Nunca admire alguém seja porque motivo for. Se parar de admirar terceiros, nunca mais terá de procurar a aprovação deles e não será mais seduzido pelos elogios ou intimidado pela culpa.”
“Só quando decidir que irá dar tudo por tudo para se libertar a nível mental, emocional, físico e espiritual, conseguirá ser a pessoa auto-confiante que gostaria de ser. A questão permanece – dependência ou liberdade? A escolha é sua.”
“A auto-estima positiva… traduz a auto-aceitação pessoal.”
“… não precisa de impressionar os outros exaltando as suas realizações ou bens materiais conquistados… à pessoa que está constantemente a vangloriar-se apresenta um dos sintomas referenciais de pobre auto-estima.”
“As principais dependências de uma pessoa com baixa auto-estima:
• Culpas e queixas;
“A maior parte dos nossos problemas nasce de expectativas que não se tornam realidade. Grande parte das nossas frustrações vêm de ideais errados que temos de como o mundo deveria ser, e o que pensamos que deveríamos ou poderíamos fazer ou ter.”
“…temos de desafiar tudo o que não está certo. Isto permitir-nos-á começar a construir a ponte entre o lugar onde nos encontramos agora e o lugar onde gostaríamos de estar, e entre o que somos agora e a pessoa em que gostaríamos de nos tornar.”
“A principal contrariedade que enfrentamos na conquista da autoconfiança é a certeza errada de que os outros são mais espertos, mais sábios ou mais inteligentes que nós. Isto faz com que olhemos para eles em busca da nossa felicidade e bem-estar. A pessoa que vive em função do outro, neste sentido, tem de procurar sempre um apoio externo. Ela quer que as pessoas, as circunstâncias, as condições ou Deus façam aquilo que deveria fazer por si.”
“Ninguém pode ferir os seus sentimentos ou fazê-lo sentir-se infeliz, sozinho, chateado ou ainda desiludido, se não depender dele para o seu bem-estar, inspiração, amor ou motivação.”
“Não podemos viver a vida das outras pessoas e carregar os seus fardos, por mais que as amemos.”
“Nunca deveríamos investir noutro ser humano o poder para configurar ou destruir as nossas vidas ou dominar as nossas iniciativas.”
“A comparação é um sinal de pobre auto-estima. A pessoa que se compara a outro vive rodeada pelo medo.”
“O que haverá de tão importante nos elogios que faz com que corramos atrás dele como moscas à volta de uma tigela de açúcar?”
“Se pretende ser totalmente livre e auto-confiante, jamais poderá ser apanhado na armadilha da pesca ao elogio. Quebrar este hábito destrutivo requer que pare de colocar as outras pessoas acima de si. Nunca admire alguém seja porque motivo for. Se parar de admirar terceiros, nunca mais terá de procurar a aprovação deles e não será mais seduzido pelos elogios ou intimidado pela culpa.”
“Só quando decidir que irá dar tudo por tudo para se libertar a nível mental, emocional, físico e espiritual, conseguirá ser a pessoa auto-confiante que gostaria de ser. A questão permanece – dependência ou liberdade? A escolha é sua.”
“A auto-estima positiva… traduz a auto-aceitação pessoal.”
“… não precisa de impressionar os outros exaltando as suas realizações ou bens materiais conquistados… à pessoa que está constantemente a vangloriar-se apresenta um dos sintomas referenciais de pobre auto-estima.”
“As principais dependências de uma pessoa com baixa auto-estima:
• Culpas e queixas;
• Os erros dos outros: é psicologicamente verdade que o que mais detestamos nas outras pessoas são, normalmente, aqueles defeitos e fraquezas que encontramos em nós próprios;
• Necessidade de atenção e aprovação;
• Complacência excessiva: medicam-se com comida, drogas, álcool ou tabaco para obter uma satisfação temporária;
• Depressão;
• Indecisão e procrastinação: a baixa auto-estima é frequentemente acompanhada pelo medo invulgar de cometer erros. … A pessoa com baixa auto-estima geralmente não faz nada ou, pelo menos, retarda, tanto quanto possível, aquilo que tem que fazer. Está relutante em tomar uma decisão porque se sente incapaz de o fazer incorrectamente. Portanto, se não fizer nada, não comete erros.”
“Está provado que o que lhe acontece não é tão importante quanto o grau de intensidade com que resiste à realidade de uma determinada situação ou indivíduo. Dito de outra forma, não pode fazer nada em relação aquilo que sente sobre as coisas, mas consegue influenciar a maneira como pensa e como reage a elas. Pode não gostar da realidade da situação, todavia, por enquanto, tem de a aceitar. Ao fazê-lo, terá controlo sobre os seus actos e as suas reacções.”
“A influencia do hábito: os hábitos fazem de si a pessoa que é.”
“Não pode desistir de nada que considere desagradável.”
“O facto de não conseguir aceitar os seus erros é a razão pela qual não consegue superá-los.”
“A culpa é a principal ferramenta do manipulador. Basta que uma pessoa nos faça sentir culpados, que nos vamos obrigar a cair, o mais rapidamente possível, na graça dela. É possível manipular as pessoas a fazer quase tudo, desde que se consiga fazer com que elas se sintam bastantes culpadas.”
“Vinte homens a atravessar uma ponte em direcção a uma aldeia, representam vinte homens a atravessar vinte pontes em direcção a vinte aldeias.”
“Ninguém pode viver no passado e funcionar criativamente no presente.”
“O amor de ontem desgastou-se, o amor de amanhã ainda não chegou e o amor de hoje tem de ser conquistado.”
“A energia positiva gera, a energia negativa destrói.”
“Todos os problemas são realmente oportunidades camufladas.”
“Não tente escapar ao presente para ter um futuro melhor e que ainda nem sequer existe. O que tem que fazer neste momento é aquilo que considera prioritário.”
“Quer queira quer não, neste momento você está exactamente onde quer estar. Talvez esteja insatisfeito… O seu futuro pode parecer duvidoso, mas foi você que optou, consciente ou inconscientemente, por estar exactamente onde está. As provas indicam que você preferiria estar na actual situação a ter que pagar o preço da mudança. Quando opta que uma pessoa, circunstância ou condição dite a sua felicidade, está a dar a algo exterior a si o poder de controlar a sua vida.”
“Uma abordagem fraca, tímida e indecisa à vida cultiva à inércia, o fracasso e a decepção.”
“As ilusões não tornam os seus sonhos realidade. Aprenda essa lição da história: -Aquele que hesita, perde!”
“Antes de se lançar num novo desafio, pergunte-se: - O que poderá acontecer na pior das hipóteses?”
“Mudar significa alterar a sua maneira de pensar. Significa também, estar disposto a desistir de coisas da maneira como estão e tê-las da forma como desejam que sejam! Ninguém pode fazer isso por si.”
“Nunca contes os teus problemas a ninguém. Metade das pessoas não quer saber e a outra metade fica satisfeita por tu os teres.”
“Está provado que o que lhe acontece não é tão importante quanto o grau de intensidade com que resiste à realidade de uma determinada situação ou indivíduo. Dito de outra forma, não pode fazer nada em relação aquilo que sente sobre as coisas, mas consegue influenciar a maneira como pensa e como reage a elas. Pode não gostar da realidade da situação, todavia, por enquanto, tem de a aceitar. Ao fazê-lo, terá controlo sobre os seus actos e as suas reacções.”
“A influencia do hábito: os hábitos fazem de si a pessoa que é.”
“Não pode desistir de nada que considere desagradável.”
“O facto de não conseguir aceitar os seus erros é a razão pela qual não consegue superá-los.”
“A culpa é a principal ferramenta do manipulador. Basta que uma pessoa nos faça sentir culpados, que nos vamos obrigar a cair, o mais rapidamente possível, na graça dela. É possível manipular as pessoas a fazer quase tudo, desde que se consiga fazer com que elas se sintam bastantes culpadas.”
“Vinte homens a atravessar uma ponte em direcção a uma aldeia, representam vinte homens a atravessar vinte pontes em direcção a vinte aldeias.”
“Ninguém pode viver no passado e funcionar criativamente no presente.”
“O amor de ontem desgastou-se, o amor de amanhã ainda não chegou e o amor de hoje tem de ser conquistado.”
“A energia positiva gera, a energia negativa destrói.”
“Todos os problemas são realmente oportunidades camufladas.”
“Não tente escapar ao presente para ter um futuro melhor e que ainda nem sequer existe. O que tem que fazer neste momento é aquilo que considera prioritário.”
“Quer queira quer não, neste momento você está exactamente onde quer estar. Talvez esteja insatisfeito… O seu futuro pode parecer duvidoso, mas foi você que optou, consciente ou inconscientemente, por estar exactamente onde está. As provas indicam que você preferiria estar na actual situação a ter que pagar o preço da mudança. Quando opta que uma pessoa, circunstância ou condição dite a sua felicidade, está a dar a algo exterior a si o poder de controlar a sua vida.”
“Uma abordagem fraca, tímida e indecisa à vida cultiva à inércia, o fracasso e a decepção.”
“As ilusões não tornam os seus sonhos realidade. Aprenda essa lição da história: -Aquele que hesita, perde!”
“Antes de se lançar num novo desafio, pergunte-se: - O que poderá acontecer na pior das hipóteses?”
“Mudar significa alterar a sua maneira de pensar. Significa também, estar disposto a desistir de coisas da maneira como estão e tê-las da forma como desejam que sejam! Ninguém pode fazer isso por si.”
“Nunca contes os teus problemas a ninguém. Metade das pessoas não quer saber e a outra metade fica satisfeita por tu os teres.”
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