quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Nadando para o céu

Não foi um, nem dois, nem três... foram cinco peixes que hoje morreram no nosso aquário.
Andou para aí uma asa negra qualquer a pescar almas de peixinho e deve ter achado os nossos deliciosos.
Vade retro...

Todos os dias faço uma lista das coisas que quero deixar concluídas no final do dia. Invariavelmente fico frustrada porque não consigo riscar nem metade. No dia seguinte além do que ficou pendente há sempre novas acções para incluir, o que faz aumentar o tamanho da lista e diminuir a minha motivação.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Começou no Sábado e desde então não me tem largado.
Ora mais forte, ora mais branda esta dor de cabeça não me deixa.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Números e números e números....

Saio de casa e deixo a criança na escola. Paro na bomba de gasolina e antes de encher o depósito, anoto o número de kilómetros. O empregado passa o Galp Frota e eu digito o PIN. Aproveito o multibanco próximo e depois de colocar o PIN levanto dinheiro. Aproveito para fazer uma transferência bancária para o NIB que me deram para o efeito e pago a factura da luz e o telemóvel do miúdo utilizando a referência e o código das facturas.
Quando entro no carro, verifico que o telemóvel está desligado. Digito o respectivo PIN, e depois de este ser aprovado ligo para o número de telefone do escritório para avisar que vou chegar mais tarde. Depois de me livrar do engarrafamento para entrar na cidade, vou para a loja do cidadão renovar o meu cartão de cidadão. Esta inovação é fantástica: num único cartão temos o número de identificação, o número da segurança social, o número de contribuinte, o número de eleitor e o número do serviço nacional de saúde. Pena não ter o número da carta de condução.
Corro para o escritório mas antes ainda dou um pulinho ao banco, que é mesmo ali ao lado, para pedir um documento com o meu NIB para entregar no escritório.
Chego ao escritório, marco o código de acesso da porta da entrada e logo me dirijo para a minha secretária. Enfio o tal do NIB num envelope, e endereço-o ao departamento de RH com o meu número de empregada para que possa ser rapidamente identificada. Ligo o computador e aguardo que me peça a password. Mais tarde abro uma série de programas de que necessito e que consigo aceder, claro está, com uma chave de acesso para cada um deles. Ligo a internet e vou verificar se o meu filho comprou a senha para o almoço. Este link é fantástico, porque com um PIN consigo aceder a uma série de informação da escola do miúdo. Marco ainda o número de telefone da minha médica, e depois de dar o número de apólice à assistente lá marco uma consulta para o final do dia.
Trabalho o resto do dia e ainda aproveito para fazer as compras online utilizando o código de acesso que me deram e no final guardo o número da encomenda não vá alguma coisa dar para o torto.
Depois da médica, apanho o miúdo e entro finalmente em casa. A TV não dá nada e ligo para o número da assistência que atende com uma gravação a pedir para eu digitalizar o meu número de cliente. Aguardo e ao fim de um bom bocado lá consigo ter novamente TV.
A seguir ao jantar ainda aproveito para ver uns mails pessoais em várias inbox que vou mantendo, cada uma com uma password diferente.
Por fim, vou para a cama esgotada de tantos números, PIN’s, passwords e códigos.
Enfim, porque será que nos dão um nome se não passamos de números?
E começa mais uma semana (e esta sem feriado pelo meio).

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Voltei.
Já tinha saudades e voltei.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

No fim-de-semana, aproveitando as actividades desportivas do filho, fomos para Norte, para Mangualde. Fiz 3 refeições em 3 restaurantes diferentes e, ou tive muito azar, ou tinha expectativas muito altas em relação à gastronomia da zona. Entradas com azeitonas de conserva, pão de plástico, queijo nem vê-lo, excepto quando pedimos e nos trazem fatias de queijo da serra que dizem ser para sobremesa (??!??), salada não se usa e batatas fritas só mesmo das congeladas. Muito mau mesmo. Já tive experiências melhores no Norte. Cada vez estou mais convencida que não há nada como os restaurantes alentejanos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011


Maldito vício
Gosto de trabalhar a ouvir música clássica :P

quarta-feira, 20 de julho de 2011